Por Equipe Disruptores - 16/08/2008

Nem Moisés atravessou o mar vermelho com tanta destreza como passamos por duas noites do MADA. As atrações da terceira, que estão aí embaixo sendo introduzidas com o carinho e a gentileza de sempre, só nos levam a desejar uma única coisa para os próximos dez anos de festival: sejam mais flexíveis aos nossos pedidos, fazemos tudo isso por apego à nossa sanidade e só queremos que todos vocês aí tenham o mesmo gosto pelas vossas.
Quem? Rosa de Pedra (RN)
Como? Da série Grandes Relises de Nosso Tempo: “O nome do grupo “Rosa de Pedra” remete ao primeiro livro de Zila Mamede. A identificação com as passagens, o despir-se das formalidades, o olhar lançado ao que ainda pode ser visto, como síntese de respostas para o que a humanidade representa nesse início de século”. Chupa essa manga, Setor 2!
Popularidade: Há quem goste, mas a comunidade deles no Orkut só reúne 318 universitários do Departamento de Humanas. No MySpace é ainda menos freqüentado: 139 adeptos.
Espere ansiosamente por: Um acarajé daqueles na barraquinha da praça de alimentação. Sem caruru, né meu rei?
Myspace: www.myspace.com/rosadepedra
Quem? Sem Horas (PB)
Como? Tal qual a local Os Bonnies, os paraibanos tocam rockabilly e todas as influências sessentistas, mas não possuem a pegava visceral dos quatro natalenses bebedores de cachaça no gargalo. Fizeram boa participação no Warm Up do Festival DoSol, na Casa da Ribeira, e tem boa presença de palco. A banda é nova, bem como os integrantes. Eles já tem um bom EP (Primeiro passo para a conquista do mundo), com letras bobas que remetem aos amores adolescentes e músicas na medida para dançar.
Popularidade: Média e ascendente. São 369 amigos no Orkut e 90 no MySpace. Mas deve crescer a quantidade após o show do MADA com a boa presença do vocalista que pode agradar a todas as tribos, principalmente as que crescem nos shoppings e Parque das Dunnas. Ui.
Espere ansiosamente por: Uma menina biritada de vestido de bolinha para você tirar para dançar e se aproveitar.
Myspace: www.myspace.com/semhoras
Quem? Macanjo (RJ)
Como? Uma bosta né. Do Rio de Janô (o local de nascimento já antecipa uma baixa expectativa de qualidade), Macanjo é daquelas bandas que conseguem a proeza de fazer a soma de vários instrumentos resultar em nada: NADA. Anulam qualquer possibilidade de serem pelo menos risíveis, expressando a vontade porca de alcançar o maior número de ouvintes sem dificultar nada pra ninguém. Certeza que, para atingir esse resultado tão nulo, a banda deve ter passado por uma graduação, onde o corpo docente era formado pelos irmãos Flausino e convidados ilustres, como os sobreviventes do L.S. Jack. As disciplinas onde mostraram melhores resultados foram: “Metodologia da Limitação Aplicada”, “Como Desdobrar Três Melodias Em Até Dez Discos Sem Entregar a Mutreta (lecionada por Frejat)”, “10 Palavras em 100 Composições: Como Faz? (docente: Dinho Black Gold)”. Detalhe ultrajante: dois integrantes dessa joça tocam na banda da Marjorie Estiano, aquelazinha lá, ex-Vagabanda. Um dos rapazes é responsável por 16 composições da moça.
Popularidade: Criei ojeriza no “como”. Me nego a procurar quaisquer informações extras.
Espere ansiosamente por: Desastres naturais sempre acontecem na hora errada e no local errado.
Damn it Chloe!
Myspace: www.myspace.com/macanjo
Quem? Falcatrua (MG)
Como? Banda que mistura estilos que termina num pop-rock. Tem um disco lançado de forma independente chamado Falcatrua e o Pau de Arara Espacial. Vocês sabem o que é um pau-de-arara? Não? Vão pesquisar. Medo, muito medo. Os caras dizem abertamente que possuem influência de tudo, do bom e do ruim. Mais medo. A banda é nova e não circulou ainda pelo Brasil. No fim é um pop rock que mistura até samba. Entre as músicas está “Homem.com”, com destaque para a passagem “esquece da relação ponto com, sigo mesmo”. Banda sem brilho e uma incógnita quanto a presença da banda no festival. Mas pode agradar aos que gostam de Biquini Cavadão e afins.
Popularidade: Média e ascendente. No Orkut são 695 que se dizem amigos, já no MySpace são 99. Canções na medida para rádios. Preocupante, para quem ouve rádio.
Espere ansiosamente por: Banquinhas de discos que vão te tirar da frente do palco.
Myspace: www.myspace.com/falcanice
Quem? Mallu Magalhães (SP)
Como? Você, pai amoroso que bombardeia o juízo da sua filhinha de oito anos com livros sem figuras discos do tempo do rococó, achando que faz um grande serviço para a saúde intelectual da criança, pense duas vezes: veja o estrago que isso pode causar no futuro. Pior do que uma criança prodígio, só uma criança prodígio cujo vocabulário inclui palavras como “folkabilly” e “bluegrass”.
Popularidade: A petizada indie adora essas mugangas, óbvio. Perdi a conta de quantas comunidades dedicadas a essa criatura existem no orkut. A título de registro, o reduto dito “oficial” reúne mais de 16 mil asseclas. No MySpace, a conta resvala nos 3957 coleguinhas.
Espere ansiosamente por: Uma batida do Juizado de Menores.
Myspace: www.myspace.com/mallumagalhaes
Quem? Cordel do Fogo Encantado (PE!?!?! Ops, SP)
Como? E eis que dos rincões do sertão, vestidos com as armas de Dom Sebastião, chegam para tomar seu lugar na Arena do Imirá, o Cordel do Fogo Encantado. Não, não espere por moleza: a banda, com certeza, vai revirar o seu juízo com rimas, sonoridades e salamaleques que, sim, farão você implorar pela beleza que existe no improviso. Prepare seu paciência – e alguma saliência – para encarar numa boa todo o blá-blá-blá e toda a loa. Sim, eles foram melhores um dia, mas, quando decidiram vestir Cavalera, meu velho, o lance todo descambou para um som sem eira nem beira; um som que hoje me faz lembrar: “Bom Deus, como era melhor nos tempos de Naná”.
Popularidade: No orkut, batem os 69 mil; no MySpace, pouco mais de mil.
Espere ansiosamente por: Se cantarem “Chover” e São Pedro ajudar, esteja ciente de um dilúvio…
Myspace: www.myspace.com/cordeldofogoencantado
Quem? Josh Rouse (EUA)
Como? Um cara massa. Prolífico (17 discos de 1998 até hoje, contando registros ao vivo e ep’s com sobras de estúdio) e calminho, merece toda a sua atenção. Mas não, você vai negá-la e preferir uma ida à distração mais próxima, provavelmente porque o folk da banda do Josh Rouse não vai chamar a atenção da enorme quantidade de gente que sempre aparece no último dia do evento, deixando um vácuo vexaminoso bem na frente do palco e uma péssima impressão num cara que só quer agradar. Numa entrevista, disse que “boas canções sempre vencem”. Natal vai suar a camisa para tratar de desmentir cada vogal dessa afirmação. Aos que irão se prostrar diante do homem, ele disse em entrevista recente que boa parte do setlist vai sair de “Country Mouse City House”, seu último disco de estúdio. Favor agradar a visita com umas palmas educadas ao final de cada canção, que são todas muito boas mesmo, especialmente “Italian Dry Ice”.
Popularidade: Somando os membros das 4 comunidades do Orkut dedicadas a ele, o total foi um tímido 418. Mas, acima da linha do Equador, Orkut não serve mais nem pra garçonete do McDonald’s se comunicar com sua família em Mogi das Cruzes. MySpace, muito usado pelos primos ricos, comporta 3.359 amigos, todos fazendo poses fofinhas nas fotos.
Espere ansiosamente por: lá-lá-lás entoados por umas 10 pessoas. Permito-me o pessimismo aqui. Se ocorrer o contrário, expectativas positivamente frustradas serão bem-vindas
Myspace: www.myspace.com/joshrouse
Quem? Seu Jorge
Como? É piada pronta, mas, desde que não emende suas versões para as músicas de David Bowie ou aquelas que fez em parceria com Ana Carolina, o show de Seu Jorge será das melhores sacadas desta edição de Mada. Com uma carreira consolidada, Seu Jorge coleciona elogios aqui e no exterior por seus bons discos e apresentações classudas. Vale, antes de encarar a maratona de shows da última noite de festival, dar uma conferida no bom disco América Brasil – só pra ficar no trabalho mais recente.
Popularidade? A comunidade do Seu Jorge coleciona 113.490 membros. Em seu site, por sua vez, é possível conferir uma espécie de diário de suas apresentações.
Espere ansiosamente por: uma vontade incontrolável de balançar o esqueleto, meu caro.
Site: www.seujorge.com
Rodrigo Cruz comentou em 16/8/2008 às 4:44 pm
Macanjo: “o Rio de Janô (o local de nascimento já antecipa uma baixa expectativa de qualidade)” Depois os nordestinos reclamam que são motivo de preconceito…
Falcatrua: “A banda é nova”. Pois é, comparando com a sua idade é, sim, nova. Mas já tem 8 anos de estrada.
No mais, é isso aí…
Kenia comentou em 17/8/2008 às 8:17 am
Mas rapaz.. alfinetou errado.
Hugo Morais ainda é tao novinho, deixa o cara…
Rafael F. comentou em 17/8/2008 às 8:51 am
“Se cantarem “Chover” e São Pedro ajudar, esteja ciente de um dilúvio…”
Catimbozeiros dos infernos. De cara mandaram uma tremenda macumba e os tranca rua, pomba-gira,preto velho… todos eles apareceram na arena. Depois disso só chuva e arreação. aMAldiçoaDA.
Rodrigo Cruz comentou em 17/8/2008 às 11:29 am
Kenia,
Lá em cima, ontem, tinha ALEXANDRE HONÓRIO. Agora é que mudaram! E eu gravei com o print! Por isso a minha crítica.
E acho que o Hugo seria mais cauteloso ao dar informações sobre a banda…
Alexandre Honório comentou em 17/8/2008 às 11:36 am
Putz…
Já diria Foca, é o rockkkkkkk…
Hugo Morais comentou em 17/8/2008 às 1:45 pm
Quem estiver achando as críticas aqui ruins é só acessar o http://www.rockpotiguar.com.br lá tem um lambe saco imenso. O sábado foi o pior dia e a chuva ainda ajudou. Bandas cover que podem tocar na Music ou qualquer boate aqui de Natal quando quiserem. Ou na festa de Nossa Senhora dos Navegantes como fez o Biquini Cavadão. Fraco esse MADA.
Rodrigo Cruz comentou em 17/8/2008 às 6:12 pm
Críticas? O que fazem aqui é uma falta de respeito, como chamar uma banda de bosta. Sou um amador, mas tenho pelo menos bom senso.
O time é bom, mas falta ética aí… tanto falta que em veículos sérios (vide: RockPress, Diário de Natal e Nominuto.com), os mesmos integrantes desse picadeiro não faziam o que fazem aqui.
Ricardo comentou em 17/8/2008 às 8:07 pm
Um desastre. Rezo aos Deuses do jornalismo que esses caras não cheguem mais longe do que estão, que é lugar nenhum. As críticas, que não são críticas, principalmente ao Macanjo do RJ, são ofensas baratas de quem fica o ano esperando o MADA pra detonar algo, já que Natal não tem nada de interessante pra escrever sobre. As bandas não foram apresentadas com respeito aqui, a “equipe” do Disruptores não apurou nada que preste sobre o evento, não informou, apenas mostrou um preconceito imbecil e fora de moda, tentando fazer um “jornalismo” furado. Mas ainda há tempo, se esse festival durar mais um pouco, quem sabe esse time – perdedor – de escritores de blog, esteja aqui, nesse mesmo canal, mesmo horário, falando a mesma besteira daqui a dez anos, que é o mais provável. Mãos aos interruptores pelo amor de Deus, desliguem isso.
Marcio comentou em 17/8/2008 às 8:47 pm
Rapaz, que infeliz esse comentário sobre o Rio.Macanjo é uma bosta, verdade seja dita, mas o côcô está embrulhado e decorado com seus devidos laços, vindo de todos os cantos do país.Olha o bairrismo!rsrs.
Alex comentou em 18/8/2008 às 6:44 am
Rodrigo:
Aprenda a escrever, ou nos processe.
Alex comentou em 18/8/2008 às 7:01 am
Aliás, ninguém disse que o Rio de Janeiro é uma bosta. As bandas de lá é que são, já faz algum tempo.
Tiago Lopes comentou em 18/8/2008 às 8:35 am
Acho desnecessário rebater comentários sobre o que eu escrevi por causa da redundância. Se peço desculpas por uma opinião que vocês acham que foi errada, parece que ela foi escrita enquanto a minha consciência tomava um café na zona norte, o que não foi o caso. Então, vou apenas ratificar o que disse no meu texto sobre a banda do Rio e tentar explicar o porquê da ênfase, para não soar tão repetitivo: o Macanjo é uma B-O-S-T-A. Foi a pior banda da programação de 2008, e digo isso tendo ouvido todas as outras. Mas o Macanjo é o C-O-C-Ô que é porque é genérico demais. Releiam todas as bandas citadas no texto sobre eles e reflitam sobre os efeitos da renovação ininterrupta desse tipo de música. O Brasil já possui o suficiente para embalar as próximas 19 gerações. Achar no mínimo suportável coisas como o Macanjo é torcer para a manutenção desse ciclo satânico. Acho até injusto a produção do MADA se preocupar em fazer circular pelo Nordeste o nome dessa J-O-Ç-A, sabendo que a nossa região já fabrica o suficiente pra encher o saco sem pedir licença.
Então, deixando claro que acho o Macanjo uma M-E-R-D-A, e das mais perniciosas só por exisitir, faço aqui as minhas sugestões para Jomardo e Foca lerem com carinho e, caso acatem, aumentarem significativamente a qualidade de seus futuros empreendimentos: SUPERCORDAS e CIDADÃO INSTIGADO. Nenhuma das duas passou por Natal ainda e ambas já possuem aprovação o suficiente de quem vê a música como algo que exige mudança além da troca de rostos e nomes nas capas dos discos.
Finalizando: em nenhum momento foi dito aqui no Disruptores que os textos de apresentação das bandas seriam pautados pelos princípios do bom jornalismo, vulgo ética, bom senso e falta de humor. O Rio é lindo, quero ir pra lá e cheirar a echarpe do Manoel Carlos o mais rápido possível.
Fialho comentou em 18/8/2008 às 8:38 am
Pô, mas o site não é dos caras?
E a idéia não é escrever o que quiserem com liberdade?
Então simplesmente deixa de acessar, garoto.
Simples assim.
gabriel comentou em 18/8/2008 às 11:21 am
Acho q cabe um esclarecimento aqui:
Disruptores é um BLOG, não é um veículo jornalístico com IVC e o caralho de asa. Os escritores, independentemente de suas profissões, escrevem como blogueiros, simplesmente.
Não cabe cobrar imparcialidade, técnica e ética jornalísticas ou ainda o cumprimento da legislação jornalística brasileira.
Internautas insatisfeitos podem parar de acessar o site e/ou procurar medidas judiciais contra seus responsáveis. A segunda opção, além de provavelmente inócua, seria autoritária e anti-democrática, ela sim uma afronta à liberdade de expressão.
Aliás, críticas sobre shows, discos, peças, livros, filmes etc etc, sempre permitiram textos OPINATIVOS, em veículos de comunicação mundo a fora. Então esse argumento de que o blog estaria “faltando com o bom jornalismo” é contestável por todas as vias.
Bruce Lee comentou em 18/8/2008 às 12:03 pm
rapaz… o autor não faltou com verdade.
Infelizmente, o MADA mais fraco de todos os 10 que eu ví até hj
Thiago Garcia comentou em 18/8/2008 às 12:50 pm
Gabriel, Fialho,
Acho de uma imbecilidade ficar colocando comentários depois que eu leio algo em algum blog, mesmo que eu não concorde com as idéias expressas. Afinal um post sempre gera outro pior. Mas como sou um imbecil, vamos lá:
Acho sim que não se deve cobrar imparcialidade ou ética desse blog, afinal chamar publicações em blog de jornalismo é um pecado com a técnica, vejo mais como confissões em um diário virtual de tudo o que não temos coragem de falar pessoalmente ou em um veículo “formal”.
Ao mesmo tempo vejo como uma pena mesmo pegar pesado com quem colocou todo seu trabalho, bom ou não, em prática esperando o mínimo de respeito de quem assistiu, afinal isso é bom e faz bem. Escrever o que quiser, com liberdade, é no mínimo perigoso, por isso a internet virou um lixo. Lembrando que foi distribuida uma comunicação do Disruptores, para um mailing, anunciando textos sobre o evento.
Ficou claro que aqui não é lugar de jornalismo, nem mesmo uma revista eletrônica, como é dito ao descrever a pretensão em Quem somos. Claro por vocês que estão ressaltando isso. Porém, desrespeito gera desrespeito, então não adianta rebater os comentários pois quem comenta também tem o direito de se expressar.
Não estou saindo em defesa de ninguém, apenas é a minha imbecil opinião sobre o que venho lendo sobre o MADA. Sempre leio outros excelentes artigos por aqui, e o time é de primeiríssima, mas assim como o que foi escrito sobre o festival do ano passado, não acho legal a forma de abordagem, a do sarcasmo excessivo.
Ficou grande pra caramba esse comentário, que merda.
Equipe Disruptores comentou em 18/8/2008 às 2:44 pm
Tendo em vista a polêmica assinalada pelos comentários acima, e em nome da manutenção da atmosfera ordeira, da moral jornalística e dos modos puros de escrita, iniciamos aqui o desenvolvimento do Manual de Redação e Estilo Disruptores.
Em seu primeiro normativo, determinamos a proibição do emprego do termo “Bosta”, por atentar claramente contra o refluxo de idéias que marca esta publicação eletrônica.
Em sua substituição, em nossos artigos e críticas, sugerimos aos colaboradores o emprego de termos alternativos tais como “cocô”, “caca” – e seus diminutivos – além de termos mais requintados: “excremento”, “esterco”, “sujidade”, dentre outros.
Esperamos, com o início deste manual, garantir que, em nome da ética, da família e dos bons costumes, possamos contribuir para a manutenção de uma sociedade ordeira, em que os preceitos cristãos e a retidão de espírito acalentem um líbelo a ser seguido.
Equipe Disruptores
Marcio comentou em 19/8/2008 às 6:46 pm
Disruptores,seus fanfarrões!huauhauha.Ok,Macanjo é brochante, mas não peguem pesado com o Rio de Janeiro!heheh.Abs.
gabriel comentou em 20/8/2008 às 7:08 pm
Thiago, note que no Quem Somos tá dizendo que o site pretendia ser uma revista eletrônica mas não acabou sendo um “blog coletivo”
Hugo Morais comentou em 22/8/2008 às 5:03 am
Isso aqui é um coletchivo, linha 666
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