Por quê Disruptores?

Disrupção, do latim diruptione,  é um substantivo que, em sua acepção primeira, significa ruína e desmoronamento; em outra, diz respeito ao rompimento, ruptura. Por que uma revista cultural buscaria em tal palavra uma definição? Talvez por perceber na palavra e na reflexão que esta encerra razões para o que procura expressar.

Assim, a razão primeira desta revista cultural é possibilitar, dentro de sua múltipla e plural estrutura, a discussão de temas diversos em torno desta grande e fragmentada cultura contemporânea que vivenciamos. Não ser somente mais uma publicação eletrônica discutindo temas, produtos e expressões da cultura, mas reconhecer que, ainda que reconhecida como tal, proporcionar aos seus leitores qualidade nos temas discutidos.

A pluralidade da abordagem de nossa revista está igualmente evidenciada em seus colaboradores – fixos ou eventuais. Jornalistas, filósofos, produtores culturais, cineastas, articulistas ou simplesmente pessoas com uma visão sobre o mundo e os muitos sentidos que as cercam, o Disruptores pretende ser exatamente um veículo claro, pleno e sensível ao bom embate de idéias.

Textos límpidos para idéias igualmente límpidas. O Disruptores pretendeu desde seu surgimento em novembro de 2009 pautar suas fundações pelo bom debate: livros, discos, filmes, contos, críticas, crônicas. Tudo o que a cultura e a vivência de nosso tempo – um tempo fugidio, arisco, mas repleto de demarcações para os que pretendem lê-las – tem a oferecer deve ser lido e compreendido como parte de uma vivência complexa, elaborada e impar; uma vivência que ultrapassa e rompe conceitos.

Somos Disruptores não por acreditarmos que o que se tem ao alcance dos sentidos signifique a ruína ou o esmorecimento do espírito humano. Somos Disruptores porque acreditamos exatamente no contrário; porque acreditamos na necessidade de ler, perceber, pensar e religar saberes, buscando assim a construção de uma vivência contemporânea sensível às transformações que esta contemporaneidade – ou pós-modernidade, se preferir o desgastado chavão – reserva códigos e sentidos que no interliga a todos.

Estes são nossos princípios, seja bem-vindo e colabore conosco…

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Alexandre Honório
Jornalista e colaborador da publicação

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16/08/2010

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Por Alexandre Honório

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05/08/2010

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16/06/2010

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